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	<title>Blog Oncologia viValle</title>
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		<title>Febre durante o tratamento de quimioterapia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células doentes que formam o tumor. Por ser um tratamento medicamentoso, os pacientes oncológicos podem apresentar algumas reações no organismo, e a febre é uma delas. Quando a temperatura do corpo estiver acima de 37,8ºC, considera-se que o paciente está com febre. Diante disso, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/12838508_s.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1088" title="12838508_s" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/12838508_s-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></strong>Quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células doentes que formam o tumor. Por ser um tratamento medicamentoso, os pacientes oncológicos podem apresentar algumas reações no organismo, e a febre é uma delas.</p>
<p>Quando a temperatura do corpo estiver acima de 37,8ºC, considera-se que o paciente está com febre. Diante disso, ele deve procurar imediatamente um pronto atendimento.</p>
<p>A febre é um importante mecanismo de defesa do corpo, por isso, durante o tratamento, pode ser um sinal de uma infecção. Em geral, é provocada por inflamações, infecções virais, bacterianas ou fúngicas e reações a medicamentos ou ao crescimento do tumor.</p>
<p>O viValle preparou algumas recomendações e dicas:</p>
<p>• Ao fazer a barba, tirar cutículas ou se depilar, cuidado para não se machucar;</p>
<p>• Ao sentir frio, agasalhe-se ;</p>
<p>• Beba bastante líquido, como sucos de frutas, águas, chás e sopas;</p>
<p>• Evite lugares fechados e aglomerações de pessoas;</p>
<p>• Evite qualquer contato com pessoas gripadas ou com outras doenças e infecções,</p>
<p>• Lave as mãos várias vezes ao dia, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro;</p>
<p>• Meça e anote a temperatura a cada duas ou três horas;</p>
<p>• Não esprema cravos e espinhas;</p>
<p>• Não tente baixar a temperatura com banhos gelados ou álcool;</p>
<p>• Não tome medicamentos por conta própria sem orientação médica;</p>
<p>• Procure ficar longe de animais domésticos;</p>
<p>• Repouse;</p>
<p>• Tome corretamente o medicamento receitado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retinoplastoma – O câncer infantil que os olhos não veem</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes detectado por haver a dilatação das pupilas e refletir a cor branca em fotos ou locais de muita luz, o retinoplastoma é um tipo de câncer maligno que atinge a retina, parte posterior dos olhos onde se forma a imagem. Geralmente se desenvolve em crianças de até 5 anos, e já é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/1875001-0894-atm17.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1076" title="1875001-0894-atm17" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/1875001-0894-atm17-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Muitas vezes detectado por haver a dilatação das pupilas e refletir a cor branca em fotos ou locais de muita luz, o retinoplastoma é um tipo de câncer maligno que atinge a retina, parte posterior dos olhos onde se forma a imagem. Geralmente se desenvolve em crianças de até 5 anos, e já é o segundo tipo mais comum de câncer infantil, com índice de 1 caso para cada 20 mil crianças.</p>
<p>Inicialmente, o tumor é indolor, mas com seu aumento de tamanho a dor pode aparecer. Nos primeiros meses de vida da criança, quando ainda não sabe se expressar verbalmente, e não há sinal de mudanças físicas na região dos olhos, cabe aos pais ficarem atentos às mudanças de comportamento da criança, que tende a ficar menos ativa e mais sensível.</p>
<p>O tumor pode se manifestar de duas formas: o bilateral, quando afeta os dois olhos, e o unilateral, em apenas um deles. O primeiro, bilateral, pode ocorrer em idade de um a seis meses de vida, enquanto o unilateral pode aparecer em crianças de um mês a dois anos. Em 40% dos casos, o retinoplastoma é hereditário, sendo que neste cenário quase todos os tumores se desenvolvem nos dois olhos. O restante, 60% dos casos que não são hereditários, variam entre uni e bilateral.</p>
<p>O procedimento adotado pelos médicos varia de caso em caso, porém há apenas duas formas de cuidados atuais: a enucleação (retirada total do globo ocular), e os tratamentos com laser e quimioterapia. Em ambos os casos, mesmo não ocorrendo a retirada do globo ocular, a perda de visão é consequência recorrente, já que o tumor compromete por completo a retina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Câncer de Vesícula Biliar – um tumor silencioso</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 12:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Câncer de Vesícula Biliar, um tipo raro de tumor, tem recebido a atenção da mídia após a atriz Betty Lago, atualmente no elenco da Rede Record, anunciar publicamente que está com a doença, detectada durante uma cirurgia de retirada de vesícula. A Vesícula é um órgão em formato de uma pera, responsável por armazenar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/CDR0000668854-r.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1067" title="CDR0000668854-r" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/05/CDR0000668854-r-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a> O Câncer de Vesícula Biliar, um tipo raro de tumor, tem recebido a atenção da mídia após a atriz Betty Lago, atualmente no elenco da Rede Record, anunciar publicamente que está com a doença, detectada durante uma cirurgia de retirada de vesícula.</p>
<p>A Vesícula é um órgão em formato de uma pera, responsável por armazenar a bile (líquido que ajuda na digestão de gorduras e ácidos), e é conectada ao fígado. Na maior parte das vezes, o tumor nesta região só é diagnosticado tardiamente ou, como no caso da atriz Betty Lago, quando o paciente passa por procedimentos cirúrgicos na própria vesícula. Além de atingir o órgão, o tumor pode se espalhar para os outros órgãos do sistema digestivo que estão próximos, como pâncreas, fígado e até mesmo, estômago.</p>
<p>As causas para o surgimento deste câncer são geralmente relacionadas ao acúmulo de cálculos biliares, popularmente chamados de “pedras na vesícula”, que permanecem no órgão vesicular por muitos anos, sem apresentar dor ou sintomas físicos. Com o passar do tempo, o tumor cresce e as dores abdominais surgem juntamente com inchaço local, perda de apetite, perda de peso, febre e a icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas), um dos sintomas mais comuns.</p>
<p>O maior número de casos diagnosticados com este tipo de câncer são, geralmente, em mulheres entre 50 e 60 anos, e o tratamento pode variar, desde a cirurgia de remoção da vesícula (se for detectado precocemente), até sessões de radio e quimioterapia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>India Arie canta sua luta contra o câncer</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>

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		<description><![CDATA[“O meu cabelo me faz uma pessoa melhor? Me faz uma amiga melhor”? Foi assim que a cantora e compositora norte-americana, India Arie, alcançou o público feminino e viu sua música se tornar um símbolo na luta contra o câncer de mama. Lançada em 2006 e escrita de forma direta e delicada, a música “I [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/04/indiaarie.jpg"><img src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/04/indiaarie-240x300.jpg" alt="" title="indiaarie" width="240" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-989" /></a></p>
<p>“O meu cabelo me faz uma pessoa melhor? Me faz uma amiga melhor”? Foi assim que a cantora e compositora norte-americana, India Arie, alcançou o público feminino e viu sua música se tornar um símbolo na luta contra o câncer de mama.</p>
<p>Lançada em 2006 e escrita de forma direta e delicada, a música “I am not my hair”, ou em português, “Eu não sou meu cabelo”, é uma reflexão sobre os impactos da queda dos cabelos que pode ocorrer em grande parte das pacientes em tratamento. Ao longo da canção, a artista cita um momento delicado para a mulher diagnosticada com câncer de mama e em tratamento de quimioterapia:</p>
<p>‘Câncer de Mama e Quimioterapia<br />
Tirou dela todo esplendor e glória<br />
E ela prometeu a Deus que se sobreviver<br />
Vai aproveitar todos os dias de sua vida<br />
(&#8230;)<br />
A cabeça careca como uma lua cheia brilhante<br />
Cantando alto para o mundo inteiro ouvir<br />
Se eu quiser raspar curtinho ou usar dread locks<br />
Isso não diminui em nada o sentimento que tenho’</p>
<p>Mas essa não era a versão original da música. Segundo India Arie, o último verso da canção foi escrito após a triunfante apresentação da cantora Melissa Etheridge, no Grammy Awards, que apareceu sem os cabelos em virtude ao seu tratamento de câncer de mama. “Naquele momento, sua performance foi um contraste de dor e beleza. Simbolizou a beleza da força”, contou Arie.</p>
<p>E foi assim que a música “I am not my hair” acabou fazendo parte de uma campanha realizada por um canal de televisão nos EUA, intitulada Stop Breast Cancer for Life, que contou com a participação de 10 organizações sem fins lucrativos na luta contra a doença, além de artistas famosos.</p>
<p>Assista abaixo o clipe da música “I am not my hair”</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/OZH6lKxA_q0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Recipientes plásticos e câncer: sem comprovação científica</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 20:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[plástico]]></category>

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		<description><![CDATA[O mitos e verdades desta semana falará sobre uma dúvida popular que, muitas vezes, causa preocupações: acondicionar alimentos em reservatórios plásticos pode causar câncer? • Desde a década passada existem estudos demonstrando que plásticos utilizados para acondicionar alimentos contêm substâncias que atuam como hormônios femininos (estrogênios). Um deles é o Bisfenol-A, que pode contaminar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mitos e verdades desta semana falará sobre uma dúvida popular que, muitas vezes, causa preocupações: acondicionar alimentos em reservatórios plásticos pode causar câncer? </p>
<p>•	Desde a década passada existem estudos demonstrando que plásticos utilizados para acondicionar alimentos contêm substâncias que atuam como hormônios femininos (estrogênios). Um deles é o Bisfenol-A,  que pode contaminar os alimentos e o meio ambiente; </p>
<p>•	O uso constante de alimentos guardados em recipientes plásticos pode tornar difícil eliminar a ingestão do Bisfenol-A em nosso dia a dia;</p>
<p>•	Não há comprovação científica sobre a relação do estrógeno presente nos recipientes plásticos e o desenvolvimento do câncer.</p>
<p>Os médicos indicam uma lista de atitudes conhecida como os cinco As na prevenção primária do câncer e outras doenças: </p>
<p>1. <strong>A</strong>limentação saudável (rica em fibras e pobre em gordura animal, evitando a ingestão de hormônios naturais e sintéticos);</p>
<p>2. <strong>A</strong>tividades física e de lazer;</p>
<p>3. <strong>A</strong>tenção ao corpo, por meio do auto-exame (mama, boca, pele, testículos e tireóide); </p>
<p>4. <strong>A</strong>bandono de vícios como fumo, álcool e drogas em geral.</p>
<p>5. <strong>A</strong>companhamento médico anual, com realização de exames de imagem (se necessário).</p>
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		<title>Dica de leitura: Por uma vida inteira</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 14:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dica de leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes parece difícil de encarar, mas algo lá dentro diz que é preciso tentar e que vai dar certo. O livro Por uma vida inteira, escrito pela jornalista Sylvia Leal, aborda o assunto do câncer de mama com sensibilidade e clareza. A publicação retrata toda a experiência da autora na luta contra o câncer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/5407589g1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-946" title="General Image" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/5407589g1.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>Às vezes parece difícil de encarar, mas algo lá dentro diz que é preciso tentar e que vai dar certo. O livro Por uma vida inteira, escrito pela jornalista Sylvia Leal, aborda o assunto do câncer de mama com sensibilidade e clareza.</div>
<div id="_mcePaste">A publicação retrata toda a experiência da autora na luta contra o câncer, e também conta com histórias de outras mulheres que, assim como ela, souberam, apesar da fragilidade, que o diagnóstico positivo proporciona oportunidade de mudança e valorização de suas para vidas, e que é possível vencer essa batalha.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Além de incríveis histórias de superação, a publicação também registra conteúdo informativo como relatos sobre a saúde pública no Brasil, estudos sobre o câncer de mama e informações médicas. Todo o projeto foi acompanhado pela psicanalista Jacirema Ferreira e os médicos Antonio Nisida, Mauro Speranzini e Roberto Vieira, consultores da autora.</div>
<div id="_mcePaste">Por uma vida inteira é o resultado de uma jornada de vida, encarada de cabeça erguida e sem tabus. É uma leitura voltada para mulheres de todas as idades, mas, principalmente, para aquelas que acreditam que são capazes.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>A importância dos exames de rotina femininos</title>
		<link>http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/index.php/2012/03/09/a-importancia-dos-exames-de-rotina-femininos/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 21:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da vida, a mulher passa por diversas transformações, tanto internas, quanto externas. Uma dessas transformações é a vulnerabilidade a certas doenças em diferentes fases da vida que, se não tratadas precoce e corretamente, podem acarretar consequências irreversíveis para sua saúde e seu futuro como mulher e mãe. É essencial que a mulher se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/1080072_90703135.jpg"><img src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/1080072_90703135-201x300.jpg" alt="" title="1080072_90703135" width="201" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1024" /></a><br />
Ao longo da vida, a mulher passa por diversas transformações, tanto internas, quanto externas. Uma dessas transformações é a vulnerabilidade a certas doenças em diferentes fases da vida que, se não tratadas precoce e corretamente, podem acarretar consequências irreversíveis para sua saúde e seu futuro como mulher e mãe.</p>
<p>É essencial que a mulher se cuide e se proteja, mesmo que não sinta nenhum sintoma, fazendo <em>check-ups</em> regularmente e monitorando sua saúde, através de acompanhamento médico. Nesse processo, os exames de rotina são obrigatórios, uma vez que esta é a única maneira de se diagnosticar precocemente doenças que atingem, principalmente, o público feminino.</p>
<p>Além de exames de sangue, é indispensável que a mulher realize os seguintes exames:</p>
<p><strong>Ultrassom pélvico e de mama: </strong>O exame pélvico diagnostica tumores no útero, nos ovários e nas trompas. Já o exame de mama é utilizado para diagnosticar possíveis nódulos nos seios. Como as imagens são obtidas em tempo real, é possível observar os movimentos dos tecidos e dos órgãos internos, além da visualização do fluxo sanguíneo.</p>
<p><strong>Mamografia: </strong>Detecta tumores cancerígenos em fase inicial, permitindo um tratamento menos agressivo e com grandes chances de se obter 100% de cura; o que não acontece em muitos casos, quando só se descobre o tumor em estágio avançado. Recomenda-se a primeira mamografia entre os 35 e 40 anos. Após os 40 anos, recomenda-se que se faça o exame anualmente. Para quem tem casos de câncer de mama na família, pede-se que se faça o exame antes mesmo dos 35 anos.</p>
<p><strong>Papanicolau: </strong>O<strong> </strong>exame consiste em uma leve raspagem nas células do colo do útero, a fim de se diagnosticar anomalias que possam, eventualmente, se transformar em câncer. Recomenda-se que a mulher, ao iniciar sua vida sexual faça esse exame anualmente.</p>
<p><strong>Exame ginecológico: </strong>O exame consiste no toque vaginal e da visualização do colo uterino, para avaliar o tamanho do útero e possíveis anomalias nas trompas e nos ovários. Secreções vaginais atípicas e as mamas também são analisadas neste exame, a fim de detectar possíveis nódulos. Deve ser realizado a partir da primeira menstruação e após o início da vida sexual.</p>
<p><strong>Densiometria óssea: </strong>Avalia a densidade dos ossos, detectando possíveis riscos para o desenvolvimento de osteoporose em mulheres idosas. Quem tem histórico de osteoporose deve realizar este exame logo no início da menopausa, e no intervalo de cinco anos. Recomenda-se este exame para mulheres fumantes ou que tiveram menopausa precoce.</p>
<p><strong>Exames laboratoriais: </strong>A série de exames<strong> </strong>diagnostica qualquer distúrbio hormonal, diabetes e o nível de colesterol no sangue. É recomendado para mulheres com mais de 30 anos e devem ser realizados anualmente.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encarando o câncer de cabeça e pescoço</title>
		<link>http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/index.php/2012/03/07/a-importancia-da-fisioterapia-no-tratamento-do-cancer-de-cabeca-e-pescoco/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 15:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Multi]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Cabeça e Pescoço]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[O procedimento das cirurgias oncológicas de Cabeça e Pescoço normalmente requerem retiradas radicais de partes da face, tanto para a remoção do tumor, quanto para o esvaziamento ganglionar cervical Mesmo com todos os cuidados médicos e margens de segurança utilizadas no processo cirúrgico, são comuns as sequelas estéticas e funcionais, como edema, alteração de sensibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;">
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%; text-align: left;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/fisio21.jpg"><img class="size-medium wp-image-926 aligncenter" title="fisio2" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/03/fisio21-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O procedimento das cirurgias oncológicas de Cabeça e Pescoço normalmente requerem retiradas radicais de partes da face, tanto para a remoção do tumor, quanto para o esvaziamento ganglionar cervical </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;">Mesmo com todos os cuidados médicos e margens de segurança utilizadas no processo cirúrgico, são comuns as sequelas estéticas e funcionais, como edema, alteração de sensibilidade e paralisia da face. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;">Para tratar este quadro pós-operatório, são utilizadas técnicas fisioterapêuticas, realizadas com base em exercícios de estimulação tátil, mímica facial e treinos de movimentos de ombro e pescoço.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;">O trabalho de reabilitação varia de caso pra caso. É sempre importante que o paciente seja instruído com noções básicas de anatomia e fisiologia muscular, facilitando, assim, a compreensão dos procedimentos e objetivos do tratamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;">Segundo a fisioterapeuta</span><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"> Nathalia Mendes Mota</span><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;">, do Hospital viValle, a dor é geralmente um fator limitante de algumas atividades diárias. “Muitas vezes, antes do inicio do tratamento o paciente sofre com dores. Por isso, no primeiro passo do processo de recuperação são utilizadas técnicas como a eletroterapia, acupuntura, relaxamento e alongamentos que visam o alívio desse incômodo. Com esse tratamento em andamento é possível iniciar as atividades de restauração de mobilidade articular das áreas afetadas, a força muscular e, até mesmo, melhorar a sensibilidade do local.” afirma a terapeuta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"> </span><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;">Em alguns casos, o tratamento pode ser longo, mas o sucesso é obtido com a aplicação de técnicas adequadas, regularidade e comprometimento do paciente com o tratamento. Por isso, peça orientações, informe-se, tire todas as suas dúvidas. Cada momento é importante e marca um passo a mais na sua melhora.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 115%;"><span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/index.php/2012/02/24/cancer-de-cabeca-e-pescoco/">Saiba mais sobre o câncer de cabeça e pescoço.</a></span></p>
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		<title>Cuidando da saúde bucal</title>
		<link>http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/index.php/2012/02/29/cuidando-da-saude-bucal/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 20:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde bucal]]></category>

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		<description><![CDATA[O tratamento de tumores pode afetar a saúde bucal, causando mucosite (inflamação da mucosa oral) ou outras infecções, alterações do paladar, boca seca, dor, cáries, problemas na gengiva e feridas internas na boca. Portanto, o tratamento dentário é  uma parte importante do tratamento contra o câncer. Comunique ao seu dentista que você está recebendo tratamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/02/Fio-Dental1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-898" title="Fio-Dental1" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/02/Fio-Dental1.jpg" alt="" width="293" height="293" /></a></p>
<p>O tratamento de tumores pode afetar a saúde bucal, causando mucosite (inflamação da mucosa oral) ou outras infecções, alterações do paladar, boca seca, dor, cáries, problemas na gengiva e feridas internas na boca. Portanto, o tratamento dentário é  uma parte importante do tratamento contra o câncer.</p>
<p>Comunique ao seu dentista que você está recebendo tratamento e informe ao oncologista o seu histórico dental.</p>
<p style="clear: both;"><strong>Abaixo separamos algumas dicas para ajudar nessa fase:</strong></p>
<ul>
<li>Faça uma limpeza dos dentes antes de iniciar o tratamento, além de uma   avaliação;</li>
<li>Passe o contato do seu dentista para seu oncologista e vice-versa, para que eles possam trocar informações sempre que necessário;</li>
<li>Antes de realizar qualquer procedimento dentário, converse com o seu oncologista;</li>
<li>No caso de sangramentos das gengivas, infecção dentária, dor ou sensação incomum nos dentes, feridas ou sangramentos, informe imediatamente o seu médico oncologista. Para detectar essas alterações, utilize um espelho para ajudar a examinar diariamente a boca;</li>
<li>Evite utilizar exaguante bucal com álcool;</li>
<li>Escove os dentes e língua antes de dormir e após cada refeição. Utilize uma escova macia e faça movimentos suaves;</li>
<li>Passe, suavemente, o fio dental por entre os dentes para remover a placa bacteriana uma vez ao dia. Se sua gengiva sangrar, evite a área machucada, mas passe nos outros dentes;</li>
<li>Frequentemente, faça bochechos com água para manter a boca sempre úmida, pois muitos medicamentos podem deixar a boca seca, o que resulta em cáries e outros problemas dentários.</li>
</ul>
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		<title>Câncer de Cabeça e Pescoço</title>
		<link>http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/index.php/2012/02/24/cancer-de-cabeca-e-pescoco/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 17:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog da Onco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Cabeça e Pescoço]]></category>

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		<description><![CDATA[Representando de 5% a 10% dos casos de câncer diagnosticados, os chamados cânceres de cabeça e pescoço se desenvolvem em áreas como a boca, garganta, glândula parótida, glândulas tireoide e paratireoide, pele da face, do pescoço e do couro cabeludo e os linfonodos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/02/Leucemia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-890" title="Cancer" src="http://www.vivalle.com.br/oncologia/blog/wp-content/uploads/2012/02/Leucemia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No ano de 2011, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva foi diagnosticado com câncer de laringe, tipo da doença comum entre homens na fase adulta.</p>
<p>Representando de 5% a 10% dos casos de câncer diagnosticados, os chamados cânceres de cabeça e pescoço se desenvolvem em áreas como a boca (lábios, língua, gengiva e bochecha); garganta (faringe e laringe); glândula parótida (glândula da caxumba); glândulas tireoide e paratireoide; pele da face, do pescoço e do couro cabeludo e os linfonodos (popularmente conhecidos como “ínguas”).</p>
<p>Os sintomas variam conforme a área afetada. Nódulos que aumentam de tamanho no pescoço ou na face, dores constantes no ouvido, sangramentos ou obstruções nasais frequentes podem ser sinais de que algo está errado. Abaixo, descrevemos sintomas típicos do câncer de boca, mais comuns em homens da idade adulta, e tireoide, mais comum entre as mulheres. É importante ressaltar que o hábito de fumar e o uso de bebidas alcoólicas em associação, são os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.</p>
<p><strong>Boca e região:</strong> afta que não cicatriza por mais de 15 dias; manchas brancas na mucosa oral; nódulo na língua (tipo verruga) que dói; sensação de espinho ou dor contínua na garganta, que dificulta a ingestão dos alimentos; alteração persistente da voz por mais de 15 dias (rouquidão, voz abafada ou voz anasalada) e  falta de ar associada a respiração ruidosa.</p>
<p><strong>Tireoide:</strong> a presença de nódulos localizados na região anterior e baixa do pescoço que se movimentam durante a ingestão é o principal sintoma, especialmente quando crescem rapidamente ou estão associados a dor ou rouquidão.</p>
<p>Assim como os sintomas, o tratamento também varia de acordo com o câncer. O de tireoide é normalmente tratado por meio de operação cirúrgica, que retira a glândula atingida. Em alguns casos, o tratamento também é feito com aplicações de iodo radioativo. Já os demais são tratados também com cirurgia e, frequentemente, com radioterapia e quimioterapia.</p>
<p>Os tratamentos quase sempre exigem equipes multidisciplinares, envolvendo principalmente o cirurgião de Cabeça e Pescoço, oncologista, radioterapeuta, endocrinologista, fonoaudiólogo, psicólogo, o nutricionista, dentista, enfermagem e fisioterapeuta.</p>
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